PERFIL

Felipe Pedrosa, mais conhecido pelo sobrenome, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, e formou-se em comunicação social com ênfase em jornalismo pelo Centro Universitário Newton Paiva. No Centro Universitário Una, um ano após ter concluído a graduação, especializou-se em jornalismo cinematográfico, também na capital.

A primeira experiência no universo da comunicação foi na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), onde atuou como assessor parlamentar por quase dois anos. Paralelamente, passou a integrar a equipe de reportagem da rádio comunitária Elo FM. No veículo, além de apurar, gravar e editar as matérias, ele ancorou o principal programa jornalístico da emissora.

Em 2009, depois de se despedir da ALMG e da Elo FM, Pedrosa migrou para a Rede Bandeirantes, onde tinha como função a apuração e a produção de conteúdo para as editorias de Cidades e Polícia. Durante esse período, auxiliou no fechamento dos telejornais “MG Acontece”, “Minas Urgente” e “Band Minas”.

Ao perceber que poderia colaborar mais com a emissora de TV, desenvolveu o quadro “Bombas do Talibã”, que foi inserido no “Minas Urgente” — atualmente conhecido como “Brasil Urgente Minas”. Interpretando o personagem cômico-sério Talibã, Pedrosa foi para as ruas conferir denúncias dos telespectadores e casos curiosos, como o Dia Mundial Sem Carro e a Parada Disney.

O desejo de se qualificar na mídia impressa o levou, no fim do ano de 2010, para a Sempre Editora, empresa responsável pela publicação dos jornais O Tempo, Super Notícia e Pampulha. No tabloide do grupo, Pedrosa enveredou-se pela editoria de Cultura e Entretenimento, sendo responsável por artigos de música, teatro, cinema e televisão.

Na mesma empresa, foi repórter interino do caderno Magazine, do jornal O Tempo, e, posteriormente, colaborou na criação da SuperTV, que circulou até o ano de 2015. Na revista especializada em teledramaturgia, ele teve a oportunidade de participar de gravações no Projac, no Rio de Janeiro, acompanhar grandes eventos da emissora da família Marinho e ainda cobrir os principais lançamentos do canal a cabo Multishow, como a série “Vai que Cola”.

Em 2012, Pedrosa deixou a revista SuperTV para assumir o cargo de redator no jornal Super Notícia, um dos diários mais vendidos de todo o país, segundo o Instituto Verificador de Circulação. Nessa função, passou também a ser colunista, assinando a sessão Bastidores de Minas, voltada para os principais acontecimentos do mundo artístico de Minas Gerais.

Pedrosa, ainda na Sempre Editora, participou ativamente da convergência de mídias, apresentando alguns programas da web-TV O Tempo Online.

Empreendedorismo. Depois de transitar pelas principais mídias do jornalismo, Felipe Pedrosa começou a desenvolver projetos, identificando oportunidades e transformando-as em produtos rentáveis. A mídia online, a partir daí, passou a ser explorada pelo comunicólogo.

A coluna Bastidores de Minas, além do espaço físico no Super Notícia, transformou-se em site, conquistando novos leitores, assessorias parceiras e patrocinadores. O produto chegou também nas redes sociais, aumentando a interatividade com o público.

Em 2015, ainda na internet, lançou o guia cultural Trem Para Fazer, focado no público e nos eventos da cidade de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Logo no primeiro mês, o site contabilizou mais de 3.000 acessos e despertou o interesse de grandes empresas do município.

O sucesso do Bastidores de Minas e do Trem Para Fazer — aliado às consultorias e aos freelas de assessoria de imprensa e artística — fez com que Pedrosa lançasse a Vapor Comunicação. A empresa, além de fazer a gestão de eventos, estabelecimentos comerciais e artistas, promove palestras e treinamentos sobre comunicação empresarial e relacionamento com a mídia.

Artes. Além de jornalista, Felipe Pedrosa também é cineasta e escritor. Entre 2009 e 2012, produziu dois curtas-metragens e dirigiu outros dois documentários sobre cultura popular. Em 2015, lançou, ao lado de outros artistas  o livro “Remetente Nº 15”. E, em 2016, fez o livro de bolso “apenaSeu”, que foi vendido em bares, praças e eventos culturais de Alagoas, Sergipe, Bahia e Minas Gerais duante um mochilão mambembe.

Seu primeiro filme, o “Rolé” (2011), gravado na comunidade do Alto Vera Cruz, foi selecionado para o Festival Favela É Isso Aí. Já o “Bênção” (2012), que retrata a cultura da benzeção, foi transmitido na I Mostra Audiovisual de Jornalistas, em Belo Horizonte, e no Festival Cine Sem Churumelas, em Contagem, na região metropolitana da capital mineira.

Fale com o Pedrosa: pedrosa.redacao@gmail.com

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